Testamento


Quando eu morrer
E confundirem minha pele à humana
A música de Igor fará saber
Sobre os pontos que bordaram minha trama
Esse tecido não possível de coser
Pintado pelo diabo à mão
Depois de amassado e assado
O meu pão
Então
Vagalumes de luzes verdes
Conseguirão enxergar suas paredes
E o perfume inconfundível da verdade
Os guiará entre o caos das luzes da cidade
Meu encontro antecipado à eternidade
Enfim permitirá à Madalena sorrir
Quando eu morrer
Minha vingança irá se cumprir

Site feito à mão por Curi. Poemado em Abril de 2017
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